Quando cheguei no México herdei uma assinatura da Revista Veja do meu antecessor que também era brasileiro. Era bom sempre chegar no escritório às segundas-feiras encontrar um novo exemplar da Revista Veja, de DUAS semanas atrás. Exatamente, a Revista chegava com uma semana de atraso, o que para mim já não servia para nada.
Quando acabou a assinatura, obviamente não a renovei, e depois de um tempo fiz outra assinatura, agora da Veja Digital, que me chegava todos os sábados via o Portal Zinio, um portal de assinaturas digitais, que eu baixava para o lap top e podia ler off line. A coisa vinha bem até que a Veja começou a atrasar o envio para a Zinio, e de um momento para outro trocou o bom serviço da Zinio por um péssimo serviço próprio de publicação digital, UMA PORCARIA. Tanto é uma porcaria que depois que eles mudaram, nós quase já não lemos a revista. Só não cancelei a assinatura porque se tratava de um cartão mexicano corporativo e o atendimento PÉSSIMO das pessoas da área de assinaturas digitais me desanimava a tentar.
Hoje, se eu viesse novamente para o México (ou qualquer outro país), eu racharia uma assinatura de papel com alguém no Brasil, e o acerto seria que a pessoa no Brasil usasse a assinatura de papel e eu com o número de assinante lesse a revista no próprio site, que é muito melhor que a edição digital.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
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